terça-feira, 5 de Janeiro de 2010
Assim como quem não quer a coisa hoje recebi esta mensagem:
Posso desenhar-te a alma e pintar-te a vida?
As três opções:
a) Depende da cor;
b) Depende do desenho;
c) Depende de ti.
Se der junta aí as três!
Posso desenhar-te a alma e pintar-te a vida?
As três opções:
a) Depende da cor;
b) Depende do desenho;
c) Depende de ti.
Se der junta aí as três!
segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
E olha...
Partiu na madrugada,
Sem se deixar fazer canção.
De mão aberta se fez à estrada,
Traçando sonhos pelo chão.
«Nesta cidade faz sempre frio»
Disse o taxista que a apanhou,
Sem reparar no olhar vazio
E no corpo que o habitou.
Da janela vê-se
Um lugar bem melhor.
Esta casa,
Esta esquina,
Ou seja onde for.
“Tenho que parar”- pensou,
E tentou não dormir.
Porque tudo o que queres
É alguém para amar.
Uma sombra,
Um chão devagar.
E tudo o que tens
É um nada a perder.
Um segredo,
Mais uma noite a vencer.
O silêncio louco da cidade
Apanhou-a desprevenido.
Entrou num bar em tons de roxo
E no azul de uma bebida.
Atravessou o rio
Uma ultima vez,
Pela ponte inexistente.
Foi encontrada junto ao cais,
Vestindo uma nudez diferente.
Agora ja tens tempo
Para rir das estrelas,
Como gostavas
E fazias com elas.
E nos cinemas,
Era a tua voz no ecrã.
Uma bandeira,
Uma maneira
De beijares a manha.
Pedro Abrunhosa
Mais uma noite a vencer
Sem se deixar fazer canção.
De mão aberta se fez à estrada,
Traçando sonhos pelo chão.
«Nesta cidade faz sempre frio»
Disse o taxista que a apanhou,
Sem reparar no olhar vazio
E no corpo que o habitou.
Da janela vê-se
Um lugar bem melhor.
Esta casa,
Esta esquina,
Ou seja onde for.
“Tenho que parar”- pensou,
E tentou não dormir.
Porque tudo o que queres
É alguém para amar.
Uma sombra,
Um chão devagar.
E tudo o que tens
É um nada a perder.
Um segredo,
Mais uma noite a vencer.
O silêncio louco da cidade
Apanhou-a desprevenido.
Entrou num bar em tons de roxo
E no azul de uma bebida.
Atravessou o rio
Uma ultima vez,
Pela ponte inexistente.
Foi encontrada junto ao cais,
Vestindo uma nudez diferente.
Agora ja tens tempo
Para rir das estrelas,
Como gostavas
E fazias com elas.
E nos cinemas,
Era a tua voz no ecrã.
Uma bandeira,
Uma maneira
De beijares a manha.
Pedro Abrunhosa
Mais uma noite a vencer
domingo, 3 de Janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010
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